Etiqueta: LGBT

Dessublimação repressiva. Proteção. Exploração. Falsa Culpa. Reformismo” e “Ideologia. O projeto revolucionário homossexual

Originalmente em Elementi di critica omosessuale. 1 ed. Milão: Feltrinelli, 2017. Traduzido por Carlos Luis Prata As páginas a seguir apresentam a tradução dos textos “Ideologia. Progetto omosessuale rivoluzionario” e “Desublimazione repressiva. Protezione. Sfruttamento. Falsa colpa. Riformismo”, os dois últimos dos sete tópicos que compõem o capítulo “Come gli omosessuali, di rogo in rogo, divennero gay”,

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Dessublimação repressiva. Proteção. Exploração. Falsa Culpa. Reformismo” e “Ideologia. O projeto revolucionário homossexual

Por Mario Mieli, traduzido por Caio Luis Prata. Via Elementi di critica omosessuale. As páginas a seguir apresentam a tradução dos textos “Ideologia. Progetto omosessuale rivoluzionario” e “Desublimazione repressiva. Protezione. Sfruttamento. Falsa colpa. Riformismo”, os dois últimos dos sete tópicos que compõem o capítulo “Come gli omosessuali, di rogo in rogo, divennero gay”, do livro

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O Capitalismo e a Identidade Gay

Por John D’Emilio. Artigo introduzido pelo texto O Nascimento e a Vida Curta do Marxismo Gay: O capitalismo e a identidade gay contextualizado “O capitalismo e a identidade gay foi publicado pela primeira vez em 1983, e originalmente constituía uma versão revisada de uma palestra dada por D’Emilio ao redor dos anos de 1979 e

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Representatividade desmobilização

Por Juliana Mota e Rodolpho Borges* A contradição dessa estratégia fundamentada na ideia de representatividade reside em dois elementos que se conjugam. O primeiro é que a conquista de espaços na mídia de massas é positiva, e bastou-se nisso. Imagine só, o Jornal Nacional apresentado apenas por negros? A democracia racial enfim seria conquistada, à

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Consumo como libertação?

Por Vinicius Siqueira O século XX é considerado como o receptáculo de uma mudança de perspectiva sobre o mundo do trabalho e da produção de mercadorias: a sociedade de produtores foi trocado por uma sociedade de consumidores, dizem Zygmunt Bauman e Gilles Lipovetsky.

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As cores do muro: de Stonewall a Wall Street

Por Edson Mendes[1] “Sem compreender a realidade concreta que sustenta a necessidade de manutenção da opressão a LGBTs no próprio capitalismo, sem permanecer críticos aos direitos adquiridos no Estado Burguês que só valem para LGBTs enquanto figuras exploradas pela classe dominante, podemos acabar perdendo de perspectiva a base material de nossa opressão.”

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A constituinte, as igrejas e a questão LGBTI em Cuba

Por Cristina Silva Antes de uma breve explicação do funcionamento da Constituinte, é necessário trazer à luz a participação da militância LGBTI durante o processo da constituinte e para além da constituinte. Infelizmente, de maneira oportunista, a presença dos movimentos LGBTI em Cuba ainda é falsamente compreendida como grupos isolados e anticomunistas, que fazem oposição

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